Experiências da vida [Parte III]

CONTINUAÇÃO

Um belo dia, estava sem nada para fazer então fui puxar assunto novamente com essa garota, afinal de contas já havia desistido de todas as garotas nas quais eu conversava. Taubaté, Jacareí, São José dos Campos, Paraibuna… Nossa, eram muitas cidades e cada uma com um “futuro” prometido. Mas o coração estava vazio, o coração estava realmente esperando a hora e a pessoa certa.

Dia 07/11/2015, sexta feira a noite, foi o dia em que tudo na minha vida MUDOU, e mudou mesmo. Depois de um tempo conversando, sendo enrolado, tentando uma aproximação, saímos, fomos a uma balada com essa amiga que havia nos apresentado e seu namorado, que é meu amigo de infância. Estávamos entre amigos, e todos ali estavam bem por estar entre bons amigos, o que seria uma ótima oportunidade para se iniciar um romance. Mas em mim, infelizmente, só defeitos. Não estava bem de saúde, meu corpo não agradava, não tinha muita conversa, não estava bebendo (o que ajuda a soltar um pouco), eu estava menor que ela, o que para alguns é muito importante. Bom, vamos tentar.

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Dançamos, dançamos, dançamos e dançamos muito!!! Coloque um ênfase nas danças, pois não importava  o quanto estávamos suados, estávamos na pista de dança. Ela me provocava olhando de canto, me abraçava, mordia minha orelha (covardia), e isso fazia com que eu quisesse ficar com ela cada vez mais, era questão de honra conquistar alguém como ela, ficava o tempo todo pensando “Guilherme cadê aquele seu jeito de conquistar qualquer garota da balada?”. Será que justo nesse momento eu havia perdido todo o felling, tudo o que eu aprendi com relacionamentos passados, eu havia esquecido e passou… Bom, o beijo eu consegui (ufa!!), mas só ouvia da parte dela o “não se apaixona, não vem se apaixonar” e claro, aquilo fez eu me apaixonar por ela, até porque, peixes são todos bobos né?!

Mas como não me apaixonar? A garota é estudiosa, dedicada, trabalhadora, linda, tem tudo o que eu procuro,  como não vou me apaixonar? Vou conquistar essa paixão, fazer crescer cada vez mais até que ela também esteja apaixonada. Saímos algumas vezes depois dessa balada, nos encontramos e ficamos outras vezes, mas não aguentei e no dia 19/11/2015, com tantas aprovações e tantas pessoas apoiando, não pensei duas vezes e então veio o pedido de namoro. O tempo é pouco sim, mas a sintonia é tão boa que parece que estamos juntos a MUITO tempo, a gente se entende, se esbarra as vezes, mas logo tudo passa e ficamos bem.

Hoje sou feliz, e sei que encontrei meu amor, a mulher da minha vida, e sabe o que me faz entender que pode dar certo? Experiências passadas. Minha vida daria um bom livro. Mas uma coisa eu aprendi, experiências anteriores me fazem perfeito para ela, deu pra perceber que ela se sente bem, se sente feliz comigo, e quero fazer com que ela se sinta assim por toda a vida.

O conselho é viver o hoje, não importa o que aconteça, apague e siga em frente, sempre vão falar de você, vão encontrar defeitos, mas quem faz sua vida é você, quem escreve seu caminho é você e isso não se pode esquecer. As experiências ruins que a vida nos trás, servem para aprender que tudo na vida tem um propósito. Hoje eu sei porque não dei certo com ninguém antes, e na moral, isso me faz feliz pra caramba.

Para quem não leu os outros textos: Parte I e Parte II

Me acompanhe também na página do blog: Borboletas no Estômago

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7 comentários sobre “Experiências da vida [Parte III]

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